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Muitas pessoas utilizam dietas e remédios milagrosos com o objetivo de perder quilos rapidamente, sem esforço. Mas o que, muitas vezes, é divulgado como saudáveis, na verdade é uma a cilada perfeita. Por isso, garanto que todas essas artimanhas oferecem riscos à sua saúde e acabam não funcionando!

“Ah eu fiz e deu certo. Fulana fez e nunca deu nada”. Bem, você está se privando de comida, tomando estimulantes e inibidores de apetite, óbvio que, de alguma forma, pelo menos no começo, seu corpo vai responder. Mas deu certo por quanto tempo?! E você está preparado para as consequências?

Dietas e dicas que surgem a todo momento, principalmente na internet: elas não respeitam o organismo de cada indivíduo, bem como as necessidades nutricionais e o gasto calórico de cada um. Normalmente, são seguidas sem recomendação, sem avaliação e exames médicos.

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Da lista de consequências, o efeito sanfona é o top 1. Além do mais, essas dietas restritivas, costumam contar com um cardápio pobre, inapropriado. Isso faz com que seu corpo entenda que ele precisa poupar energia. Então, além da indisposição, hipoglicemia, perda de nutrientes (que causam queda de cabelo e doenças) seu metabolismo vai desacelerar. Pode ocorrer perda de massa muscular, deixar a imunidade baixa, causar quadros de compulsão alimentar (já que o organismo diminui a produção de leptina, hormônio da saciedade), causar flacidez, envelhecimento precoce e prisão de ventre.

E o que dizer dos remédios para emagrecer? Há um bom motivo, ou melhor, vários, para seja necessário uma receita para obtê-los. Acontece que são medicamentos usados para tratar doenças, indicados em situações extremas. E essas pessoas recebem uma dosagem controlada, refeição adequada e acompanhamento médico, diga-se de passagem, rigoroso.

Isso porque eles podem causar dependência química, taquicardia, sensação de boca seca, insônia, ansiedade, depressão, distúrbios gastrointestinais, anemia, disfunções metabólicas e até levar a óbito.

Outros problemas causados por esses “métodos” são os equívocos, a desinformação, a “demonização” de alimentos, e problemas de autoimagem.

A verdade é que não existe formula mágica. A dica é: primeiro você deve procurar por ajuda profissional – uma equipe multidisciplinar, de preferência (nutricionista, nutrólogo e educador físico). Estabeleça objetivos reais; busque por mudanças que possam ser mantidas – mude seu estilo de vida e hábitos, se necessário; tenha flexibilidade e moderação; não se compare com os outros e seja determinado.